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11/02/2020

Câncer de pulmão tem maior opção de tratamento com a medicina personalizada

Estimativas de entidades internacionais apontam que o câncer de pulmão representa cerca de 87% de mortes causadas pela doença, sendo o principal tipo de tumor. Anualmente são 1,76 milhão de pessoas que morrem devido às suas complicações. Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) apontam para para cada ano do triênio 2020-2022 serão 17.760 casos novos de câncer de pulmão em homens e 12.440 em mulheres no Brasil.

Recentemente a apresentadora Ana Maria Braga revelou que está tratando um câncer de pulmão, após ter vencido outros tumores, como de pele, em 1991, e em 2001, câncer no reto. A divulgação da doença por parte da apresentadora serve de alerta à população em vários aspectos quanto a repetição de mais de um câncer em uma mesma pessoa e uso de tabaco. Os tumores de pulmão são o segundo que mais afetam os brasileiros e o mais mortal, porém é o mais fácil de ser prevenido pois a maioria está ligada a exposição passiva ao tabaco são os principais fatores de risco para o desenvolvimento de câncer de pulmão. Cerca de 85% dos casos diagnosticados estão associados ao consumo de derivados de tabaco. 

O câncer de pulmão hoje na medicina personalizada é um dos tumores que mais tem alterações genéticas passiveis de tratamento com drogas-alvo, como, por exemplo, EGFR, ALK, ROS1, MET e ainda a possibilidade de tratamento com imunoterapia. Quando diagnosticado em fase inicial as chances de cura são elevadas. O Mantis Diagnósticos Avançados possui exames genéticos que podem detectar a doença e ajudar no tratamento personalizado. Confira quais exames podem ajudar no diagnóstico:

Painel Curto Hereditário: exame capaz de avaliar as principais síndromes genéticas relacionadas a diferentes tipos de câncer incluindo síndromes genéticas associada ao câncer de pulmão hereditário. Este exame tem como característica fundamental a análise de 44 genes, sendo 40 genes por completo. O câncer hereditário responde por 5% a 10% dos diagnósticos de câncer. A identificação de mutações germinativas que aumentam o risco de desenvolvimento de tumores hereditários pode auxiliar no aconselhamento genético do paciente e seus familiares e dessa forma possibilitar diagnóstico precoce e conduta terapêutica individualizada.

Câncer Hotspots – Tumor sólido + MSI: o exame consiste na análise de 19 genes acionáveis que conduzem o tratamento oncológico personalizado na prática clínica. A avaliação simultânea desses genes, associada à pesquisa de instabilidade de microssatélite (MSI), permite o direcionamento de terapias alvo-específicas, fornece informações sobre ensaios clínicos disponíveis e identifica possíveis respondedores à imunoterapia. O exame utiliza uma das maiores e conceituadas plataformas de inteligência artificial do mundo – a QIAGEN Clinical Insight (QCI) –, possibilitando, assim, ao acesso das mais modernas terapias disponíveis no mundo com potencial clínico, suas contraindicações e ensaios clínicos em andamento segundo os principais bancos de dados mundiais.

Biópsia líquida: o exame identifica os principais genes acionáveis envolvidos no tratamento de drogas-alvo em diversos tipos de câncer. O DNA tumoral circulante (ctDNA) carrega as mesmas informações genéticas do próprio câncer, portanto, as mesmas mutações das células neoplásicas, isso faz com que a biópsia liquida consiga detectar de forma não invasiva o material originário do tumor em pacientes com câncer. O exame funciona como uma alternativa perante a biópsia tecidual para a identificação de alterações genéticas que sejam clinicamente acionáveis para o tratamento e monitoramento para o uso de drogas-alvo.

 

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