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01/12/2020

Conheça como funciona o acompanhamento dos linfócitos T CD4/CD8 para pacientes com HIV

Conheça como funciona o acompanhamento dos linfócitos T CD4/CD8 para pacientes com HIV

Dados do UNAIDS Brasil, a agência da ONU especializada na epidemia do HIV, mostram que o Brasil vai na contramão da média mundial de casos e registrou, entre 2010 e 2018, um aumento de 21% no número de novas infecções em oito anos. Desde que a doença se espalhou pelo mundo, nos anos 1980, mais de 74,9 milhões de pessoas foram infectadas e mais de 32 milhões delas morreram. Estimativas do Ministério da Saúde apontam que 866 mil pessoas vivem com o vírus do HIV no Brasil.

O acompanhamento do paciente com HIV no Brasil acontece desde o diagnóstico e durante toda a vida, sendo considerado como um dos melhores programas de prevenção e tratamento no mundo. O Sistema Único de Saúde, o SUS, desde 1996 distribui gratuitamente todos os medicamentos antirretrovirais para os pacientes que convivem com o HIV, independentemente da carga viral. O diagnóstico é feito por exames laboratoriais, como o teste rápido por exemplo, que visa facilitar o acesso ao diagnóstico.

A biomédica e especialista em Hematologia do Mantis Diagnósticos Avançados, Diana Araújo C. Kluck, explica que durante o tratamento o paciente é acompanhado através da realização da quantificação de Carga Viral e Linfócitos T CD4/CD8, ambos os exames sem restrições.
O Mantis Diagnósticos Avançados realiza a Quantificação de CD4/CD8 e, durante o procedimento, as principais células da resposta imunológica adaptativa analisadas são os linfócitos T auxiliares (CD4+) e os linfócitos T citotóxicos (CD8+).

Na infecção pelo HIV o vírus faz uma alteração no DNA dessa célula T CD4+ para criar cópias de si mesmo. Depois de se multiplicar, rompe os linfócitos em busca de outros para continuar a infecção, levando a uma perda de linfócitos T CD4+ do indivíduo. Essa perda de linfócitos T CD4+ diminui funções efetoras e reguladoras imunológicas, levando a uma imunodeficiência.

“A avaliação dessas células em pacientes HIV+ define o estágio da disfunção do sistema imunológico e a necessidade ou não de terapia antirretroviral para o paciente”, finaliza.

Para mais informações entre em contato com o Mantis pelo telefone (41) 3046-5300.

 

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