Laboratório Mantis Diagnósticos Avançados oferece novo exame para diagnóstico e monitoramento de Leucemia Mieloide Crônica (LMC)

Buscando sempre disponibilizar os melhores e mais modernos exames para os seus pacientes, o Laboratório Mantis Diagnósticos Avançados implantou o teste para a quantificação do transcrito BCR-ABL por PCR (reação da polimerase em cadeia) em tempo real, em amostras de sangue periférico para o diagnóstico da Leucemia Mieloide Crônica (LMC), Leucemia Linfoblástica Aguda (LLA-B Ph+) e monitoramento de tratamento da LMC. A LMC constitui uma neoplasia mieloproliferativa que se caracteriza pela presença de uma mutação adquirida, a qual afeta a célula-tronco hematopoiética, atinge indivíduos na idade adulta e a frequência é de 2 a 3 casos a cada 100.000 habitantes, constituindo 15%-20% de todas as leucemias.

A farmacêutica responsável pelo setor de Onco-Hematologia molecular,  Dra. Marciane Welter, explica  que a LMC se caracteriza pela presença de uma alteração cromossômica denominada cromossomo Filadélfia (Ph+), em que ocorre uma troca de material genético entre os cromossomos 9 (ABL) e 22 (BCR), formando assim o cromossomo Filadélfia. “A fusão entre os genes gera um híbrido (BCR-ABL) que produz uma proteína quimérica com elevada atividade de tirosina quinase, a qual tem papel central na patogenia da LMC.”

O teste pelo PCR é realizado mediante a coleta de sangue do paciente e, a partir desse momento, dentro de 24 horas, é extraído o RNA que irá mostrar o quanto do gene BCR-ABL está sendo transcrito nas células. “Após a extração, é realizado um DNA complementar (cDNA) para a quantificação do exame em tempo real, a fim de verificar a quantidade do gene BCR-ABL, onde se detecta e quantifica a proteína p210 (transcritos b3a2 e b2a2), mais comum na LMC, e a proteína p190 (transcritos e1a2), mais comum na LLA Ph+.  A quantificação do gene ABL  permite normalizar  o resultado e verificar se a extração de RNA foi adequada. O exame pode ser utilizado no diagnóstico inicial e também no monitoramento da Doença Residual Mínima que define a percentagem de células neoplásicas que estão presentes no organismo durante as diferentes fases do tratamento. Este exame deve ser recomendado a cada  três meses, a critério médico, durante o tratamento do paciente, o que torna viável a verificação da evolução do tratamento e também a verificação quanto à necessidade ou não de uma mudança na conduta. Os resultados são liberados em até 15 dias úteis.

O exame é recomendado para todas as pessoas que tenham suspeitas de Leucemia Mieloide Crônica e Leucemia Linfoblástica Aguda (LLA Ph+). Com  esse processo o paciente terá um resultado preciso e ágil, possibilitando-lhe iniciar o tratamento o mais rápido possível. Marciane Welter destaca que o laboratório Mantis tem como objetivo “a busca pela inovação e a implantação de novas técnicas para o diagnóstico e monitoramento dos pacientes atuando com qualidade e rapidez”.

 

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